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Com o aumento de fraudes digitais, é preciso ficar atento para não cair em armadilhas



O Dia dos Namorados, celebrado em (12/06), movimentou no ano passado R$18 bilhões de reais no varejo físico e online, segundo pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O estudo aponta ainda que, esse ano, mais de 90 milhões de brasileiros pretendem comprar seus presentes.


Os dados são animadores para o comércio, mas principalmente para criminosos que planejam golpes online. É nessa hora que o cuidado deve ser redobrado para garantir uma compra segura na internet. Para evitar esse tipo de fraude eletrônica, as empresas precisam investir em segurança cibernética. Esse tipo de iniciativa é essencial para manter a qualidade dos serviços e a boa reputação do site, além de garantir a proteção de dados da empresa e dos clientes.


O diretor executivo do Grupo EXA, Alan Morais, alerta que existem diferentes tipos de golpes, entre eles, o que mais tem sido usado é o do PIX, já que a maioria das lojas online utilizam o meio de pagamento. “A ferramenta é muito atrativa para as empresas, já que, com poucos cliques, o pagamento é compensado. Mas, infelizmente, fraudar um QR Code ou até mesmo utilizar um CNPJ falso tem se tornado um golpe comum. Os criminosos aproveitam determinados períodos do ano, principalmente quando existe um alto volume de compras para aumentar a incidência de golpes”, ressalta.


Para evitar esse e outros tipos de fraudes online, o especialista dá algumas dicas:

  1. USE APLICATIVOS DE SEGURANÇA QUE CONTENHAM FUNCIONALIDADE ANTI-PHISHING – para ter certeza de que as “ofertas” que chegarem via e-mail ou de outras formas não são de páginas falsas. O chamado phishing, ou pescaria digital, é uma fraude eletrônica muito comum na qual o usuário é direcionado a páginas falsas, em geral simulando as de grandes empresas, nas quais são roubados dados pessoais para, com eles, fazer compras e transferência de valores.

  2. NÃO CLIQUE EM LINKS DESCONHECIDOS: Desconfie de ofertas feitas diretamente no seu WhatsApp ou redes sociais, já que nem o app de conversas, muito menos Facebook, Instagram ou Messenger permitem às empresas mandarem sugestões diretamente ao consumidor oferecendo brindes ou descontos, sem que seja previamente autorizado pelo cliente. Qualquer mensagem promocional “imperdível” nesse formato é, potencialmente, uma ameaça.

  3. CHECAR NOME DA EMPRESA EM PAGAMENTOS VIA PIX: Em caso de compra online com pagamento via PIX, vale checar o nome da empresa antes de efetuar a transferência.

  4. DESCONFIE DE OFERTAS MUITO TENTADORAS E CHEQUE A REPUTAÇÃO DAS EMPRESAS: Faça uma pesquisa sobre o produto que você quer comprar e duvide de uma tentadora promoção de 70%; além disso, veja o que clientes estão dizendo sobre aquele fornecedor em sites de avaliação do serviço, como ReclameAQUI.

  5. USE SEMPRE SEU PRÓPRIO EQUIPAMENTO: Não compartilhe computadores públicos, celulares de terceiros e nem wi-fis públicos ou abertos para uma compra online. Recomenda-se não usar rede wi-fi pública e nunca fazer transação bancária com senha em conexões que não sejam particulares. Sempre usar computador com antivírus, firewall ativado e navegador e sistema operacional atualizados.

  6. SE RECEBER UM LINK DE OFERTA DIRETO DO VENDEDOR, NUNCA INFORMAR CÓDIGO DE VALIDAÇÃO: Se você se engajou numa transação online, especialmente, fora de lojas oficiais, confiáveis, em algum momento o golpista vai enviar a você um “código de confirmação” para a suposta promoção. Leia o que está escrito naquele código – se for “acessar WhatsApp”, por exemplo, o criminoso se apodera de sua conta no aplicativo.

  7. DESCONFIE DE PROMOÇÕES ABSURDAS: Em primeiro lugar verifique se o site é confiável. Sempre desconfie de SMS e anúncios nas redes sociais que não sejam de páginas oficiais. O consumidor deve checar se a promoção da rede social é verdadeira entrando no site oficial do varejista e buscar o produto anunciado

FONTE: VAREJO S.A.

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