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3 dicas para gerir melhor o seu estoque



Considerada um dos principais desafios para empresas de praticamente todos os segmentos, a gestão de estoque demanda atenção de quem almeja crescimento e estabilidade de mercado. Registrar adequadamente o fluxo de entrada e saída permite que o gestor calcule o giro das mercadorias, aperfeiçoe os processos de compra e diminua a pressão sobre o capital de giro.


“Basicamente, o papel da gestão de estoque é facilitar a tomada de decisões, evitando a falta ou o excesso de mercadorias, o que pode acarretar em prejuízos para a empresa.


Além de potencializar a rentabilidade e reforçar a estrutura do negócio, o controle rigoroso é o que possibilita que todas as demandas sejam atendidas de forma assertiva, em períodos de alta ou baixa procura”, explica João Alfredo Pimentel, CEO e sócio-fundador da 6place – uma plataforma digital para o abastecimento do foodservice e redes varejistas.


Apesar da sua importância, nem toda empresa está com a gestão de estoque em dia.


No varejo, por exemplo, 92% das empresas possuem um departamento focado no armazenamento, mas apenas 38% das empresas investem em sistemas para este fim.


Os dados são do Índice de Produtividade Tecnológica (IPT) de Logística, que também revela que dos 76% que têm setores voltados à gestão de transporte (TMS), somente 20% possuem um sistema para essa finalidade.


Os custos com a ineficiência da gestão de armazenamento podem chegar a 19% do faturamento – segundo dados da ABComm. Para evitar que a gestão de estoque se torne um vilão, o executivo aponta três dicas que podem contribuir para a eficiência do processo. Confira:


1 – Conheça o seu estoque Especialmente quando lidamos com alimentos e bebidas, limpeza e organização são fundamentais. Ainda que os produtos não sejam perecíveis, é importante manter a ficha técnica minimamente atualizada, a fim de facilitar a identificação do prazo de validade, por exemplo. “A organização da estrutura interna também é imprescindível para garantir que a reposição seja feita no período e na quantidade adequada, nem antes e nem depois”, comenta João.


2 – Escolha o tipo de solução mais adequada à sua empresa A falta de um sistema de controle pode ocasionar atrasos na produção, insegurança à definição de prazos, além de gerar insatisfação por parte de clientes e fornecedores, entre outros problemas. “Existem vários tipos de controle, inclusive, permitindo integrar outras áreas da empresa para otimizar o processo de entradas e saídas. A PEPS (Primeiro que Entra, Primeiro que Sai) utiliza a ordem cronológica e a UEPS (Última a Entrar, Primeira a Sair) se baseia no preço do último lote armazenado. Já a Média Ponderada é baseada no valor médio das mercadorias em estoque”, explica o CEO.


3 – Invista no fulfillment como ferramenta integrada Para facilitar a gestão de estoque, o fulfillment é um dos exemplos assertivos que potencializa o setor, em razão do conjunto de processos logísticos e operacionais que envolvem a venda online como um todo. “A ferramenta permite visualizar a jornada do pedido do checkout no estoque até a entrega para o destinatário, podendo contar com um espaço físico próprio ou terceirizado. Quando a gestão está bem estruturada, é possível garantir eficiência na entrega, ausência de imprevistos e melhora no índice de satisfação do cliente, o fulfillment viabiliza redução de custos, escalabilidade do negócio, aumento na capilaridade de vendas e maximização dos lucros, além de foco no processo produtivo e acesso a fornecedores homologados com entregas nacionais e condições de pagamentos melhores”, finaliza João.


FONTE: VAREJO S.A.

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