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Oficina de bikes dobra consertos para entregadores de mercadorias


Mais do que nunca, os entregadores viraram trabalhadores essenciais para a economia. Uma boa parte deles usa bicicletas pra levar as encomendas até os clientes. Um empresário que trabalha com manutenção de bikes está atento a todo esse movimento e viu o faturamento subir, mesmo com a crise gerada pela pandemia do coronavírus.


Os entregadores não param de chegar na oficina do Rogério Ferreira. Os reparos são feitos na hora e eles já saem pedalando. Agora, mais do que nunca, não dá pra perder nenhuma entrega.“Nós tivemos um aumento no número de serviços diário. Antes, nós fazíamos, em média, 12 serviços e passamos a fazer 20, 22 por dia. E com aumento no faturamento de 40%. Mais entregadores foram pra rua e, com isso, aumentou nossa demanda de serviço”, conta Rogério, proprietário da Central Bikes Bicicletaria. Além da oficina, o diferencial do empresário paulista e do sócio, é que eles oferecem manutenção delivery, onde o cliente precisa.


Com a disseminação do novo coronavírus, a empresa, que também funcionava como loja e locadora de bikes, adaptou os serviços. “Nós estamos fechados, porém com autorização para que a oficina continue a trabalhar. Além do aumento de atendimento de consertos, reparos e etc, nós migramos parte do nosso estoque, ou seja, a venda de bicicletas, pro mercado virtual, o market place”, explica Rogério.


Outro serviço que cresceu – na verdade, mais que triplicou nesse período – foi o aluguel de bikes, feitas para pessoas ou para empresas. Nesse caso, eles fazem a gestão das frotas com manutenção inclusa no preço. Os novos clientes de locação das bikes são donos de pequenos comércios, mercadinhos, padarias e lanchonetes que precisaram se adequar ao delivery, que antes não existia em seus negócios.


Como a demanda aumentou mesmo com a crise, a empresa decidiu dar uma força para quem usa as bikes pra prestar um serviço tão importante, em tempos de isolamento: o desconto na manutenção pro entregador passou de 10% pra 15%. “Nós abrimos mão de parte do nosso lucro pra ajudá-los nesse momento. É o momento não somente de visar o lucro, mas de uma visão coletiva”, afirma o empresário.


Fonte: G1 – PEQUENAS EMPRESAS & GRANDES NEGÓCIOS

FONTE: FCDL MG

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